quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Curitiba Lê


Promovido pela Fundação Cultural o programa Curitiba Lê engloba um conjunto de ações de fomento, difusão e formação que visam aumentar quantitativa e qualitativamente os índices de leitura entre crianças, jovens e adultos. Para integrar o Curitiba Lê, todas as bibliotecas mantidas pela Fundação Cultural foram transformadas em Casas da Leitura, cada uma homenageando um autor. No total são 13 novos espaços que tem como objetivo incentivar ativamente a prática da leitura e envolver a comunidade com o hábito de ler.
A implantação da Estação da Leitura no Terminal do Pinheirinho é uma iniciativa inédita. Ela vai funcionar como posto de atendimento para empréstimo de livros, o que será feito de forma bastante simples, gratuitamente e sem burocracia. Para emprestar um livro, basta apresentar um documento de identificação e informar o endereço. O sistema não utilizará carteiras de usuários.
A rede de 13 Casas da Leitura localizadas em diversos bairros de Curitiba, mais as Estações de Leitura que serão implantadas nos terminais de ônibus estão entre as principais ações do Curitiba Lê. A Casa da Leitura Paulo Leminski, na CIC, é a terceira a ser aberta, mas todas as outras bibliotecas mantidas pela Fundação Cultural de Curitiba também ampliaram seus acervos, receberam melhorias físicas e estão sendo transformadas em Casas da Leitura. As primeiras inauguradas foram a Casa da Leitura Manoel Carlos Karam, no Parque Barigüi, e a Casa da Leitura Augusto Stresser, no Parque São Lourenço.
Fazem parte ainda do programa Curitiba Lê todas as ações que a Fundação Cultural já desenvolve no campo da literatura. Entre elas estão os ciclos de leitura, que se propõem a estudar a obra de determinados autores, além de cursos e oficinas literárias. A Fundação Cultural também promove em seus espaços rodas de leitura e sessões de contação de histórias. As Casas da Leitura têm a proposta de funcionar como um centro de estudos e pesquisas voltado à leitura, não só do ponto de vista da promoção do hábito de ler como das discussões teóricas sobre os mecanismos e as formas de incentivo. Nesse sentido, elas também são palco de cursos, seminários e conferências voltados a agentes multiplicadores e incentivadores, como é o caso dos professores da rede municipal de ensino, contadores de histórias, arte educadores e voluntários.
Fonte (e mais detalhes): Fundação Cultural de Curitiba
A foto mostra uma peça de divulgação do Curitiba Lê no ponto de taxi da Praça Osório que fica em frente ao Bar Stuart.

2 comentários:

  1. Amigo,

    Não tenho a intensão de incomodar, mas me sinto na obrigação de pedir uma ajuda sua. Meu nome é Marcelo, tenho 23 anos, nasci em Curitiba e atualmente resido em Florianópolis.

    Há algum tempo decidi escrever um livro e escolhi Curitiba como "cidade-cenário". Desde então, busquei reconstruir a Curitiba da década de 20 e acabei parando aqui, no seu blog.

    Li que você chegou a Curitiba em 1978, mas não sei até que ponto você conhece a história dessa fantástica cidade. Tenha certeza que vou vasculhar a fundo seu blog, mas seráque você poderia me ajudar com alguma informação desse passado distante da cidade?

    Não falo de fotos, mas, sei lá, de histórias, feiras de rua, pontos mais visitados... Sei que você não viveu essa época, mas quem sabe ouviu falar sobre ou conhece alguém que viveu na cidade neste período... Não sei.

    Como disse lá no topo, não quero incomodar. Fico feliz que alguém goste tanto da capital paranaense assim e agradeço desde já sua atenção.

    Um abraço e um bom resto de semana.

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  2. Oi Marcelo,
    Vou dar uma pesquisada e achando alguma coisa eu lhe passo. Estou lendo um livro do jornalista Eddy Antonio Franciosi chamado "Uma Crônica - Curitiba e sua história". Estou no começo ainda mas o livro é o material mais aprofundado que achei até o momento sobre Curitiba. Esse livro se propõe a contar a história de Curitiba desde os primórdios até dias mais atuais.
    Abraço.

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